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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Parábola - Demonstração de Fé



Demonstração de Fé

 

- Vamos até a montanha onde Deus mora? - Um cavaleiro convidou seu amigo - Quero provar que ele só sabe pedir e nada faz para aliviar o nosso fardo.
- Pois, muito bem, eu vou para demonstrar a minha fé! - Disse o outro.
Os dois chegaram, à noite, no alto do monte e escutaram uma voz na escuridão: 
- Encham suas bolsas com as pedras do chão!
- Viu?! - Disse o primeiro cavaleiro - Depois de tanto subir, Ele ainda nos faz carregar mais peso. Jamais obedecerei.
O segundo cavaleiro, homem de muita fé, fez o que a voz dizia.
Quando terminaram de descer o monte, já estava amanhecendo e os primeiros raios de sol iluminaram as pedras que o cavaleiro piedoso havia trazido. Eram diamantes puríssimos e muito valiosos.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Parábola - O Cavalo e Seu Cavaleiro



O Cavalo e Seu Cavaleiro

Era uma agradável manhã de primavera, quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Embora o jovem não soubesse, mas seu cavalo ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou em alta velocidade pela pista.
Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria, porém o animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do cavalo e se segurar da melhor maneira possível.
- Aonde você vai com tanta pressa? - Gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.
- Como vou saber? - Respondeu o jovem, enquanto era levado - Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

Moral da história: Temos que ter coragem e sabedoria para assumir o controle de nossa vida, antes que outro o faça.



domingo, 9 de fevereiro de 2014

Parábola - Seu Cavalo Pode Voar



Seu cavalo pode voar


Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte. O homem, prestes a ser executado, fez um último pedido e foi atendido pelo rei. Ele teria que ensinar o cavalo real a voar. Caso não conseguisse, no prazo de um ano,  sua sentença seria cumprida.
- Por que adiar o inevitável? -  Perguntou-lhe um amigo.
- Não é inevitável - Ele respondeu - As chances são de quatro a um ao meu favor. Dentro de um ano o rei pode perder o trono, ou eu posso fugir, ou o cavalo pode fugir ou, ainda, eu posso ensinar o cavalo a voar.

Moral da história: Não devemos nos dar por vencidos diante das adversidades pois, com fé e determinação, sempre há possibilidade de mudar os acontecimentos.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Párabola - O Alpinista



O Alpinista

Era uma vez um alpinista que buscava sempre superar novos obstáculos.
Depois de muitos anos de preparação, ele resolveu escalar o Aconcágua. Mas, por querer a glória somente para si, ele resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Começou a subida. O tempo foi passando. Como não havia se preparado para acampar, ele resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu, e não era possível enxergar mais nada. Tudo era escuridão. Não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
Subindo por uma parede estreita, já próximo do topo, ele escorregou e caiu. Caia a uma velocidade vertiginosa e durante a queda, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que já havia vivido em sua vida.
De repente, ele sentiu um puxão forte. Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesse momento de silêncio, suspenso no ar, na mais completa escuridão, não havia nada a fazer, a não ser gritar:
- Ó meu Deus, me ajude!
De repente uma voz grave e profunda, vinda dos céus, respondeu:
- O que você quer de mim, meu filho?
- Me salve, meu Deus, por favor!
- Você realmente acredita que eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então, corte a corda que te mantém pendurado.
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou ainda mais à corda e refletiu que se fizesse isso morreria.
O pessoal do resgate conta que, no dia seguinte, ao realizar as buscas, encontrou um alpinista morto, agarrado fortemente a uma corda com suas duas mãos, congelado… a somente meio metro do chão.

Moral da história: Para crer em Deus verdadeiramente, é preciso confiar a ponto de se entregar por completo em Suas poderosas mãos.




Parábola - A Aranha





A Aranha

Certa vez, um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, pegou um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- Deus, Todo Poderoso, fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!
Nesse momento, o homem percebeu que os malfeitores se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na sua entrada apareceu apenas uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração, cada vez mais angustiado:
- Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha! Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar…
Então, ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada, mas viu apenas a aranha tecendo a teia.
Os malfeitores estavam quase entrando na trilha, na qual o homem se encontrava, quando ele escutou:
- Vamos, entremos nesta trilha! – Disse um dos malfeitores.
- Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas. – Respondeu outro malfeitor, desistindo de entrar naquela trilha.

Moral da história: Em sua infinita sabedoria, Deus não dá o que queremos, mas sim aquilo que precisamos.

sábado, 23 de novembro de 2013

Parábola - O Homem, o Cavalo e o Cachorro



O Homem, o Cavalo e o Cachorro

Um homem, seu cavalo e seu cachorro caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que eles haviam morrido num acidente. 
A caminhada era muito longa, morro acima. O sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma lagoa muito bonita, com montanhas e, ao lado, havia uma praça calçada com blocos de mármore, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
Numa guarita, um homem guardava a entrada e o caminhante dirigiu-se a ele:
- Bom dia. - Disse o caminhante.
- Bom dia. - Respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo? - Ele perguntou.
- Isto aqui é o céu.
- Que bom que nós chegamos ao céu! Estamos com muita sede. - Disse o caminhante.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade. - Disse o sujeito, indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito, disse o sujeito. - Aqui não se permite a entrada de animais. Está escrito em Apocalipse 22:15 que os cães não entram no céu.
O homem ficou triste e muito desapontado porque sua sede era grande, mas ter que deixar seus amigos com sede, partia-lhe o coração. Então, decidiu que não beberia e, assim, prosseguiu em seu caminho.
Depois de muito caminharem, chegaram ao sopé de uma montanha onde o caminho se bifurcava: um era muito bonito, largo e florido e o outro, morro acima, nem parecia rua, pois era estreito e pedregoso. Ele e seus amigos partiram nessa direção, chegando a um lugar cuja entrada era marcada por uma porteira velha, semi aberta e escancarada.
Transpuseram a porteira e chegaram a uma rua, um caminho de grama bem verdinha, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. E foram caminhando. Ali as ruas eram calçadas de ouro, jaspe e cristal. Lá no final, à sombra de uma das árvores, encontraram um sujeito deitado, cabeça coberta com um chapéu, que parecia estar dormindo.
- Bom dia. - Disse o caminhante.
- Bom dia. - Respondeu o homem.
- Eu, meu cavalo e meu cachorro estamos com muita sede. - Disse o recém-chegado.
- Há uma fonte que jorra naquelas pedras. - Disse o homem, indicando-lhe um lugar ali próximo. - Podem beber à vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado. - Disse o homem ao sair.
- Voltem quando quiserem. - Respondeu o sujeito.
- A propósito. - Disse o caminhante. - Qual é o nome deste lugar?
- Aqui é o céu. - Respondeu o homem.
- Céu? Mas o sujeito na guarita, ao lado do portão de mármore, disse que lá é que era o céu. - Complementou, intrigado.
- Aquilo não é o céu, não. Aquilo é o inferno. O diabo é o pai da mentira, você não sabia? Ele usa, inclusive, citações da Bíblia para enganar os incautos... - Foi a resposta que obteve.
O caminhante ficou perplexo, coçando o queixo, confuso.
- Ué... mas, então, essa informação falsa deve causar grandes confusões. - Disse ele.
- De forma alguma. - Respondeu o homem. - Na verdade, ele nos faz um grande favor, porque lá ficam aqueles que não têm coração e são capazes até de abandonar seus melhores amigos.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Parábola O Lenhador e a Raposa

Oi, gente

A precipitação nunca é uma boa escolha, principalmente quando se trata de sentimenos nobres como o amor e a amizade. O importante mesmo é confiar nos fatos concretos, reais. Porque quando a gente dá ouvidos à intrigas e despreza um relacionamento baseado no companheirismo, lealdade e carinho, corre um risco bem maior de tomar decisões equivocadas e que, às vezes, podem ser irreversiveis.

Um grande abraço,
Vera


O Lenhador e a Raposa

 
Era uma vez um lenhador que acordava bem cedinho, aos primeiros raios do sol. Trabalhava o dia inteiro, cortando lenha, e só parava no fim da tarde. Ele tinha uma bela filha pequena e uma raposa, sua amiga, a qual tratava como bicho de estimação e era de sua total confiança. Todos os dias o lenhador saia para trabalhar e deixava a raposa brincando com sua filhinha.
Todas as noites, ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador, porém, alertavam-no e diziam-lhe que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era digna de confiança. O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem, que a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:
- Lenhador, abra os olhos! A raposa vai devorar sua filhinha. Quando sentir fome, comerá a criança.
Um dia, o lenhador exausto por causa do serviço pesado, ao chegar em casa viu a raposa, abanando a cauda, feliz como sempre, saindo do quarto da criança e, ao lado da porta, um rastro de sangue. O animal tinha a boca totalmente ensanguentada. O lenhador tremeu, suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou uma machadada na cabeça da raposa.
Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou sua filhinha no berço, dormindo tranquilamente e, ao lado do berço, uma cobra gigante já morta. O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos. E chorou. Chorou. Chorou muito.



terça-feira, 16 de julho de 2013

Vídeo - Parábola O Monge e o Escorpião


Um parábola emocionante...




Parábola - A Lei do Caminhão de Lixo

Oi,

Tem gente que não sabe lidar com os próprios problemas e vão se "carregando" de sentimentos negativos como medos, frustrações, desilusões, angústias e outras "coisitas" mais. Com o passar do tempo, essas pessoas saem por aí espalhando tudo que foi se acumulando nelas. Então, é preciso que a gente aprenda a se desviar desses "caminhões de lixo", para que eles não nos impeça de prosseguir rumo ao sucesso...

Um grande abraço,
Vera 






terça-feira, 2 de julho de 2013

Parábola - Amigos

Oi gente,

Muitas vezes, a gente se dedica a um amigo, se preocupa com ele, tenta tornar a vida dele o mais leve possivel, simplesmente por gostar muito dele, tão somente por ser seu amigo. Mas, às vezes, uma única falha da gente e toda a amizade vai pra berlinda. Essa parábola é sobre compreensão e perdão, dois "itens básicos" que não podem jamais falta numa amizade.

Um grande abraço,
Vera

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Parábola - Seu Cavalo Pode Voar

Oi gente,

Tem um ditado engraçado que diz assim: " Quem morre de véspera é peru de Natal ! ". Mesmo quando tudo parece ir contra a gente, não se deve perder a esperança, não se deve antecipar os fatos, pois ao longo do caminho muita coisa pode acontecer...

Um grande abraço,
Vera

Parábola - Acreditar e Agir

Oi gente,

Sonho sem ação, é apenas sonho, jamais se realiza. Ação sem sonho, fica sempre faltando algo, a razão de ser. Por isso é preciso que haja essa união da do sonho e da ação, ou seja, do acreditar e do agir que fazem toda diferrença juntos.

Um grande abraço,
Vera

terça-feira, 25 de junho de 2013

Parábola - A lição do Bambu Chinês

Oi, gente

Às vezes, investimos em algo, quer seja na vida emocional, familiar, financeira ou pessoal, e queremos ver logo os resultados, que nem sempre vão aparecer imediatamente. A lição do bambu chinês nos mostra que é preciso perseverar e não desistir de nossos sonhos, nossos empreendimentos. Muitas vezes é preciso ter paciência.

Um abraço,
Vera